Taylor Swift foi eleita a Pessoa do Ano pela revista Time, que todo dezembro faz um balanço do ano e homenageia quem se destacou. A cantora superou outros candidatos como o rei Carlos III, Barbie e Xi Jinping.
“É uma honra escolher uma pessoa que representa os oito bilhões de habitantes do planeta. Optamos por alguém que simboliza a felicidade. Alguém que ilumina o mundo”, disse o editor-chefe da Time, Sam Jacobs, sobre a decisão.
“A trajetória de Taylor Swift como artista – tanto em termos de cultura quanto de mercado – é tão impressionante que parece quase indecente enumerá-la”, escreveu a revista na apresentação da longa entrevista com a cantora.
E realmente, Taylor Swift foi uma presença constante nas notícias deste ano. Seus shows da turnê Eras bateram todos os recordes de venda de ingressos; o álbum regravado “1984” foi o mais bem-sucedido da década; o filme-concerto da turnê Eras superou o filme de Martin Scorsese, Killers of the Flower Moon, nas bilheterias – e isso é apenas uma parte das muitas conquistas da cantora este ano. O fenômeno Taylor Swift também chamou a atenção de Harvard: a partir do próximo ano, a universidade oferecerá o curso “Taylor Swift e Seu Mundo”, dedicado a analisar seu trabalho e sua influência na sociedade e na cultura.
