Em um comunicado da empresa divulgado pelo veículo britânico BoF, o dirigente declarou: “Sou muito grato ao Simon pela confiança e pela incrível jornada que fizemos juntos com o time. Ele sempre foi uma enorme fonte de inspiração; estou muito feliz por ter participado desta aventura.”
Simon Porte Jacquemus, fundador e ainda dono da sua marca, expressou sua gratidão ao seu ex-diretor-geral por “quase dois anos de parceria”: “Bastien foi o motor da empresa e do seu comando. Desejamos a ele sucesso em seus novos projetos.”
As palavras não conseguem esconder uma situação complicada. Bastien Daguzan foi, de fato, há algumas semanas, elevado a presidente da empresa francesa (cargo que desde a sua fundação em 2009 era ocupado pelo seu criador). A Jacquemus faturou 200 milhões de euros em 2022, com taxas de crescimento surpreendentes, mas demandando um controle avançado da organização das operações. O ex-chefe da Paco Rabanne, e antes disso da Lemaire, parecia, então, no começo de dezembro, integrar uma relação de longo prazo com a marca do estilista francês.
Esse anúncio de fim de ano suscita a questão da gestão da Jacquemus, mas também do rumo futuro do seu antigo CEO.
