Matilda Djerf, fundadora da Djerf Avenue, enfrentou uma onda de críticas após uma investigação do jornal sueco Aftonbladet revelar um ambiente de trabalho tóxico em sua empresa. A investigação incluiu depoimentos de 11 funcionários atuais e antigos que relataram bullying, favoritismo e comentários depreciativos sobre o corpo.
Entre as acusações, os funcionários relataram que Djerf criou um ambiente de “terror psicológico”, onde era comum ouvir gritos e ser humilhado publicamente. Alguns funcionários também disseram que Djerf tinha um banheiro privativo na empresa, que só ela e seus “favoritos” podiam usar. Quando alguém usou o banheiro por engano, ela forçou a pessoa a limpá-lo.
Djerf também foi acusada de fazer comentários depreciativos sobre o corpo das modelos, como dizer que uma modelo plus-size “parecia muito gorda pra car*lho nessas roupas”. Essas alegações são particularmente graves, considerando que a Djerf Avenue se promove como uma marca inclusiva e de positividade corporal.
Em resposta às críticas, Djerf emitiu um pedido público de desculpas em sua página do Instagram. Ela admitiu que não estava preparada para as responsabilidades de gerenciar uma empresa em rápida expansão e que, sob muita pressão, não conseguiu ser a líder que gostaria de ser. Djerf também anunciou que a empresa está contratando gerentes mais experientes e realizando pesquisas anônimas mensais para permitir que os funcionários expressem suas preocupações sem medo de retaliação.
Apesar das desculpas, muitos seguidores e clientes ficaram desapontados, acreditando que as ações da Djerf não correspondiam às suas declarações de inclusividade e respeito.
